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No TDAH, o "sistema de navegação" do cérebro para a atenção tem alguns curto-circuitos. Não é que não se consiga prestar atenção; é que é muito difícil direcionar a atenção para o que é importante (como uma aula) e sustentar essa atenção, especialmente se a tarefa não for superestimulante. A atenção muitas vezes é "sequestrada" por estímulos mais interessantes.
Quais são exemplos clássicos de desatenção no TDAH:
" É hora de estudar para a prova de geografia. O livro está aberto na mesa."
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Imagine um motor que funciona em rotações muito altas o tempo todo. A hiperatividade é a energia física e mental que busca liberação constante. Já a impulsividade é agir sem passar pelo "painel de controle" do cérebro que avalia consequências. Não é uma escolha; é uma resposta mais rápida que o pensamento.
Leia o cenário abaixo e assinale as situações que são exemplos clássicos de hiperatividade ou impulsividade no TDAH:
Cenário: Você está sentado na cadeira durante uma aula longa de história.
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O TDAH não é um problema de inteligência. Muitas vezes, a pessoa sabe o que precisa fazer, mas tem enorme dificuldade em fazer o cérebro executar a tarefa. Isso acontece porque o TDAH afeta as Funções Executivas – o "CEO" do cérebro, responsável por planejar, iniciar, organizar e monitorar ações.
" Foi passado um trabalho em grupo para entregar em duas semanas. É um projeto grande que precisa ser dividido e planejado."
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Explicação
Sinais de Desatenção no TDAH (1, 2 e 3): Estes são exemplos de como o controle da atenção é frágil.
O 1 mostra a dificuldade em sustentar o foco.
O 2 mostra a facilidade em se distrair com estímulos externos irrelevantes.
O 3 mostra a divagação e o desvio para outra tarefa sem intenção consciente (às vezes chamado de "hiperfoco" em algo não planejado).
O 4: Escolher uma atividade mais prazerosa é uma questão de motivação ou prioridade, comum a todos. No TDAH, a dificuldade é persistir mesmo quando se quer fazer a tarefa.
O 1 é um exemplo de hiperatividade motora subtra: a agitação que precisa sair, mesmo que em movimentos pequenos.
O 2 é um exemplo de inquietação: a dificuldade em permanecer sentado por longos períodos, mesmo em contextos onde é esperado.
O 3 é impulsividade verbal: agir (falar) sem inibir o primeiro impulso, sem esperar a vez.
Não é um sintoma nuclear (4): Questionar uma nota é um comportamento de assertividade ou discordância, que pode acontecer com qualquer um. A impulsividade no TDAH é mais sobre o como e a imediaticidade da ação, não seu conteúdo.
O 1 é a dificuldade de iniciação.
O 2 é a dificuldade com planejamento e previsão temporal.
O 3 é a dificuldade com organização de materiais e ideias.
Não é uma disfunção executiva primária (4): Novamente, isso está mais relacionado a falta de interesse ou motivação, que é universal. A disfunção executiva no TDAH ocorre mesmo quando o assunto é de interesse – a pessoa quer fazer, mas o cérebro não "engrena".
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