Manejo de Paciente - Dengue C e D - TécnicosOnline version
Plantão em Pilula
1
O Sr. João, classificado como Grupo C, está na sala de observação recebendo a fase de expansão rápida (soro fisiológico na veia). O médico prescreveu o protocolo padrão de hidratação.
Durante essa fase de hidratação venosa imediata na unidade, com qual frequência o Técnico de Enfermagem deve verificar e registrar os sinais vitais (PA, pulso, temperatura) e a diurese para garantir que o paciente não está piorando?
2
Uma paciente de 35 anos está em atendimento por Dengue. Ao verificar os sinais vitais, o Técnico de Enfermagem nota que as extremidades da paciente estão frias e pálidas, e o pulso está rápido e fraco (filiforme).
Além de chamar o enfermeiro/médico imediatamente, qual outro sinal clínico o técnico pode verificar rapidamente que confirma a má perfusão periférica e suspeita de choque (Grupo D)?
3
Uma criança com Dengue Grave (Grupo D) está sendo monitorada. A equipe médica pede rigoroso controle de diurese (xixi). Pergunta: Qual volume urinário (diurese) é considerado um sinal de perigo (oligúria) ou falha na hidratação, que deve ser comunicado imediatamente à equipe?
4
Chega à sala de emergência um paciente classificado como Grupo D (Choque). A prioridade é a hidratação venosa rápida.
Qual é a conduta correta do profissional de enfermagem em relação ao acesso venoso para este paciente, segundo o protocolo?
5
Dona Maria, 75 anos (Grupo C), cardiopata, está recebendo soro na veia. O técnico de enfermagem percebe que ela começou a ficar cansada, com respiração rápida (taquipneia) e que surgiram barulhos (estertores) na ausculta respiratória.
O que esses sinais indicam e qual deve ser a ação imediata de enfermagem?
6
Um paciente do Grupo D está em choque, com pressão baixa e extremidades frias. Pergunta: Além da hidratação venosa e monitoramento, qual outra medida de suporte deve ser oferecida a todos os pacientes em situação de choque, segundo o protocolo?
Explicação
Pacientes do Grupo C (com sinais de alarme) em fase de expansão venosa devem ser reavaliados clinicamente (sinais vitais e diurese) a cada hora. No Grupo D, essa avaliação é ainda mais frequente (20 minutos). O registro horário é fundamental para decidir se aumenta ou diminui o soro.
O tempo de enchimento capilar lento (maior que 2 segundos) é um dos principais sinais clínicos de má perfusão e choque (Grupo D), juntamente com pele fria, pálida e pulso fino.
A oligúria (pouca urina) é um sinal de que o rim não está recebendo sangue suficiente (choque) ou que a hidratação ainda é insuficiente. O protocolo define oligúria de risco como menor que 1,5 ml/kg/h
No Grupo D (Choque) e C, a reposição de volume precisa ser rápida (20ml/kg em 20 minutos no Grupo D). Cateteres finos não permitem essa velocidade. O protocolo exige acesso calibroso imediato, independente de exames
Idosos e cardiopatas correm risco de "encharcar" o pulmão com o soro. Sinais como desconforto respiratório, taquipneia e estertores (chiado/crepitação) indicam edema pulmonar. A infusão deve ser parada/reduzida para evitar piora, e medico e enfermeiros devem ser comunicados
O protocolo recomenda oferecer oxigênio suplementar em todas as situações de choque para garantir a oxigenação dos tecidos, mantendo a saturação adequada
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